Minha viagem de maio para a cidade Piri, apelido carinhoso de Pirenópolis (@visite_pirenopolis) foi a postagem mais lida do mês de junho. O destino goiano reúne história, gastronomia, cultura e aventuras saborosas pelas muitas cachoeiras. O segundo lugar em acesso ficou com a história da Casa da Pamonha (@casa.dapamonha) , que prepara os quitutes tradicionais juninos o ano todo, e, em terceiro lugar, a Juma Confeitaria (@jumaconfeitaria), que tem no seu cardápio doce, o pudim dos céus! Vamos recordar as reportagens mais lidas de junho?
Piri, são apenas quatro letras do apelido carinhoso de Pirenópolis (@visite_pirenopolis), cidade histórica de Goiás, vizinha de Brasília e de Goiânia, em pouco mais de duas horas de viagem partindo de qualquer uma das capitais, chegamos ao destino tombado como patrimônio histórico, artístico e arquitetônico pelo IPHAN. No meu Instagram fiz uma enquete, onde 80% das pessoas não conhecem o lugar mais delicioso da região Centro-Oeste, então vamos a Piri? É lindinha, histórica, saborosa, romântica e aventureira…
Uma das tradições da cozinha goiana é o arroz de pequi – fruta do cerrado, deixa o grão amarelinho com leve acidez – com galinha ao molho pardo (mas bem diferente do Nordeste). Agora, minha paixão é a panelinha de carne serenada (carne de sol) com arroz, linguiça e ovo do Divino Lounge Café, vizinho a Igreja de Nosso Senhor do Bonfim e colado ao Resort Quinta de Santa Bárbara. Abre todos os dias das 10h às 20h, com cardápio com entradas, pratos principais, sobremesas e bons cafés. R. do Bonfim, 1 – Pirenópolis.
A primeira coisa a fazer em Pirenópolis é caminhar pelas ruas com suas casinhas de arquitetura colonial portuguesa, com eiras e beiras, repleta de restaurantes, bares, cafés, lojas de artesanato, pousadas… Assim Piri, amor à primeira vista pela cidade, também conhecida pelas belas cachoeiras e a festa do Divino Espírito Santo, onde os chamados “curucucus” ou “mascarados” fazem parte da identidade cultural do município.
Contam que as máscaras eram a forma dos negros, índios e os pobres participarem da festa do Divino Espírito Santo (acontece em maio) reservada apenas aos brancos ricos. A máscara tradicional é a de papel machê, sendo as de boi, onça, macaco e homem as mais pedidas. São confeccionadas por artesãos locais e comercializadas nas lojas da cidade, como a Piretur – que Fica na Rua Joaquim Alves, ao lado da prefeitura. Então traga na sua bagagem as máscaras para guardar um pouco da história que driblou o preconceito e virou arte.
Pirenópolis vai além do turismo histórico, quando a natureza também faz suas revelações, como o pôr do sol que pinta o céu como obra de arte. O melhor lugar para apreciar o espetáculo é próximo a Igreja de Nosso Senhor do Bonfim e ao Eco Resort Quinta de Santa Bárbara. Lá a gente vê aquele sol se deitar entre as montanhas e casarios. É uma benção!
Veja a materia completa sobre Pirenópolis: https://www.nidelins.com.br/2023/06/02/vamos-para-pirenopolis/
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Casa da Pamonha (@casa.dapamonha): Todo dia tem: pamonha, tem mungunzá, canjica, arroz doce, bolos (milho, massapuba e macaxeira), milho cozido, pé-de-moleque e tapioca na Casa da Pamonha. E essa história começou com Cícera Leobino de Oliveira, bem nascida em Cajueiro, há mais de 40 anos a alagoana faz todos os quitutes, e as vendas de junho equivale ao natal da alagoana. Na receita milho e leite de coco, por dia são 20 mãos de milho (cada mão tem 50 espigas) e mais de 300 reais de coco por dia, e assim garante o maior forrobodó de sabores no Centro de Maceió. Rua Barão de Maceió, 197 (depois da Santa Casa em direção ao Teatro Deodoro) – Centro – Telefone: 98886-6425.
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Juma Confeitaria: O lugar é pequeno, apenas um ponto de apoio entre os fãs da Juma Confeitaria (@jumaconfeitaria) e os confeiteiros José Ulisses (@hulissesilva) e Marquinhos Alcantara (@marquinhosalcantara). Eles capricham na doçura, que o diga a “queijadona”, uma sobremesa preparada com queijo do reino, coco, ovo e leite condensado. A receita é uma inspiração das queijadinhas da chef pernambucana Cleonice Ferraz, que adicionou queijo. A grata surpresa é o pudim, e confesso que não curto o clássico de leite, mas o do Ulisses é dos céus. A textura do doce é inexplicável, macia ao extremo, o melzinho que cobre é perfeito. Bom, se o de leite me agradou, o de café (meu sabor predileto) flertou meu coração. “Eu fui adaptando a receita até chegar à textura que sempre sonhei”, confessou o alagoano de Arapiraca. Rua Elza Soriano, 03 – Poço/ Funciona das 14h as 20h/ Telefone: (82) 99644-6808
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